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domingo, 15 de agosto de 2010

Minha casa, minha vida fracassou também - de quem é a culpa?

Tem-se falado ultimamente no fracasso do programa minha casa, minha vida para a faixa de renda de 1 á 3 salários mínimos, sem que seja dado uma visão real do que realmente gerou este resultado frustrante.
O que acontece, é que diferentemente do PAR ( Programa de Arrendamento Residencial) criado no Governo FHC e que funciona muito bem até hoje , o minha casa, exige que o o locatário precise ser submetido à uma avaliação para contratação do financiamento, o que sempre exclui uma boa parte já tomada por empréstimos e com restrições cadastrais.
Como as benesses às construtoras ficaram convidativas neste programa, houve um boom na valorização dos terrenos periféricos às grandes cidades, como aconteceu em Valparaíso de Goiás e Luziânia, próximos ao DF e que valorizaram 200% , aumentando o custo das contratações e consequentemente dos imóveis, passando a atender então da classe média baixa para cima, que tem cerca de 50% do seu contingente morando de aluguel.
Com isso, a faixa de até 3 salários mínimos continuou apelando para os lotes irregulares e até mesmo pagando aluguél de barracos.
O pior de tudo é que a CAIXA não pode dizer isto, pois resultaria em uma declaração de fracasso do objetivo principal do programa minha casa, minha vida, que assim como o PAC e o Fome Zero não decolaram rumo ao objetivo, constituindo-se apenas de mais uma peça de propagando lulo-petista.
Então novamente, os empregados da CAIXA vão ter que arcar com ônus da falta de competência e da desídia por algo que não tiveram culpa, assim como foi no caso da violação do extrato do caseiro, onde o ex-Presidente Jorge Mattoso foi injustamente expurgado do quadro para proteger o Palloci e o Presidente Onipotente.